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Sempre importante o contexto da situação. Quantas não foram as vezes que o “café” serviu de palco não só para bebe-lo, mas também para falar das trivialidades que a curiosidade desperta, tentando enquadrar uma interpretação de algo que não vimos, que não ouvimos, mas sim disseram-nos…Coisas e mais coisas que deliciam a intriga voraz dos que demais não têm nada para fazer com o seu próprio contexto.
Onde foi, com quem foi, o que fizeram…questões que enchem o vazio, por vezes da inveja disfarçada com a inocência das questões colocadas. Claro que não podemos cair no erro de pensar que a curiosidade é inimiga da preocupação, todos nós nos preocupamos com quem gostamos, são basicamente eles e elas que nos fazem viver, conhecemo-los o suficiente para segmentar a sua inocência e os seus limites…
Conheci em tempos um rapaz que não era uma pessoa bem referenciada por outras, as outras tinha-as em boa referência, não lhe dei hipótese, ficou esse estigma que só passou quando realmente o conheci.
Sempre importante o contexto da situação. Quantas não foram as vezes que o “café” serviu de palco não só para bebe-lo, mas também para falar das trivialidades que a curiosidade desperta, tentando enquadrar uma interpretação de algo que não vimos, que não ouvimos, mas sim disseram-nos…Coisas e mais coisas que deliciam a intriga voraz dos que demais não têm nada para fazer com o seu próprio contexto.
Onde foi, com quem foi, o que fizeram…questões que enchem o vazio, por vezes da inveja disfarçada com a inocência das questões colocadas. Claro que não podemos cair no erro de pensar que a curiosidade é inimiga da preocupação, todos nós nos preocupamos com quem gostamos, são basicamente eles e elas que nos fazem viver, conhecemo-los o suficiente para segmentar a sua inocência e os seus limites…
Conheci em tempos um rapaz que não era uma pessoa bem referenciada por outras, as outras tinha-as em boa referência, não lhe dei hipótese, ficou esse estigma que só passou quando realmente o conheci.
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